:: Quinta-feira, Fevereiro 16, 2006 ::
Deu pra bola
Parei, não escrevo mais aqui até quando decidir o contrário.
Por. Netuno 4:53 PM pra falar: ::
:: Terça-feira, Fevereiro 14, 2006 ::
Devagar eu vou chegando
Vou fazer um resumo rápido do que foi esses dias sem postar, praia e sol final de semana, acompanhado de uma cerveja bem gelada, feijoada no sábado e circo na noite de sexta-feira.
Ontem um dia todo para tirar o atraso da parada no trabalho e só agora retomando devagar o curso sossegado dos meus dias de semana.
Um grande abraço.

Por. Netuno 3:21 PM pra falar: ::
:: Sexta-feira, Fevereiro 10, 2006 ::
Expecionalmente um texto que não é meu, mas deveria ser!
Concordo com o fato de termos que ser dignos e acima de tudo respeitosos. Leiam ;)
Traços do Ódio
A caricatura do profeta Maomé travestido de homem-bomba, inicialmente publicada pelo jornal dinamarquês Jyllands-Posten e depois difundida por outros jornais europeus, desencadeou reações indignadas no mundo islâmico.
Que fique claro: a imagem é ofensiva ao credo religioso de centenas de milhões de pessoas. Reverberou, sob o manto diáfano do falso humor, a desconfiança leviana, e de fundo racista, de que todo muçulmano é um potencial terrorista. Vai na linha obscena da culpabilidade coletiva, do insulto irrestrito a uma comunidade. A todos os ofendidos, nossa solidariedade.
Compreendemos a revolta contra a agressão sofrida, mas não concordamos com as reações violentas, que incluíram depredações de prédios e ameaças físicas contra jornalistas. É através do diálogo e do contato pedagógico que se encurralarão as atitudes intolerantes e se aprenderá a conviver com as diferenças.
Gostaríamos, por fim, de ressaltar dois aspectos. O primeiro se refere à freqüente publicação de caricaturas anti-judaicas em jornais de países árabes e dos territórios palestinos. O repúdio aqui não deve ser menor do que no caso do profeta Maomé.
O segundo é o uso hipócrita da chamada liberdade de expressão. O cartunista dinamarquês teria simplesmente usado esta prerrogativa. Nenhum jornalista, entretanto, goza de licença irrestrita para escrever - ou desenhar - o que quiser. A linha editorial de qualquer jornal é clara fronteira para prioridades e abordagens. Na França, nenhum jornal pode publicar textos negacionistas. Os Rolling Stones foram censurados ao vivo na TV, no último Super Bowl. No Brasil, livros de conteúdo anti-semita, como Os Protocolos dos Sábios de Sion e Minha Luta, são proibidos. Por mais que nos repugne a ideologia dos grupos filonazistas, se a expressão das idéias tivesse que ter liberdade total, como advogam vozes satisfeitas com a pregação anti-islâmica, todos estes textos deveriam ser publicados sem qualquer restrição. Os limites são uma questão política e é assim que devem ser entendidos.
Diretoria da ASA - Associação Scholem Aleichem de Cultura e Recreação
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aqui no Vila pode então vai uma ilustração, eu faço minha linha editorial ;)

Por. Netuno 3:13 PM pra falar: ::
:: Quarta-feira, Fevereiro 08, 2006 ::
Tartaruga e Tubarão em
Uma tarde dessas qualquer
Tem um amigão meu que sempre que consigo um tempo vou visitar. Geralmente passo no final da tarde na casa dele e fico até altas horas da noite, é pouco freqüente minhas visitas mas quando acontece há uma comunhão muito boa entre a gente, o nome dele é Tartaruga e o meu Tubarão. A mãe do Tárta quando me liga pede que eu vá pronto para alguma atividade e ontem solicitou DVD, boa vontade para brincar e disse que viria me buscar. Que alegre eu fiquei, ver o Tartaruga e ainda estar na companhia da mãe dele.
Quando entrei no carro pude ver a simpatia da Mãe-tartaruga ao me ver, fico receoso se é para mim aquele sorriso todo ou para as bagunças, entretenimentos e principalmente canseiras que o Tárta irá passar junto comigo, não importa, a Mãe-tartaruga me beija com carinho e chego acreditar que ela realmente gosta de mim. Enquanto ela dirige eu vou dando as coordenadas para apanhar o DVD.
- Estaciona aqui e espera um pouco!
... (alguns segundos pensando)
- Quer vir junto?
- Vai lá rápido que estou com pressa, vai! (ela sempre me apressando)
Fui correndo pra dentro da locadora, -oi, oi, oi- para as peixinhas que atendem no balcão, procuro ao cubo e não acho nada, irritado peguei Asterix e Obelix - Missão Cleópatra. Nem imaginem a cara da Mãe-tartaruga quando mostrei o filme que eu e o Tárta iríamos ver. Foi algo parecido com "de que mundo vc veio?".
O Tartaruga quando me vê vira um matraqueiro de peso, faz perguntas absurdas e eu respondo todas, comentários que se fossem de outro qualquer me fariam cair na gargalhada, temos conversas de horas um do lado do outro deitados e se olhando sérios e quando olho dentro daqueles olhinhos e percebo que estão atentos e me respeitando fico cheio de orgulho e vejo que tudo vale muito a pena.
Depois do lanche fomos olhar o filme e adivinhem, sim, dormimos os dois e fiquei sem saber se era porque o filme é chato ou porque estávamos cansados de tanto falar e rir. O Tartaruga é um cara muito legal e eu o Tubarão, gosto muito dele.
Por. Netuno 4:15 PM pra falar: ::
Da série e a última, mijar é bom!

Por. Netuno 12:42 AM pra falar: ::
:: Terça-feira, Fevereiro 07, 2006 ::
Da série, mijar é bom!

Por. Netuno 4:32 PM pra falar: ::
Da série, mijar é bom!

Por. Netuno 12:28 PM pra falar: ::
:: Segunda-feira, Fevereiro 06, 2006 ::
Frescurite é para mim e para o Chuck
Atenção senhoras e senhores, amigos, parceiros, colegas de blogs, meros conhecidos e caros amigos dos amigos que visitam esse meu espaço humilde e organizado, nessa segunda-feira tive problemas para realizar aqui atualizações e no final de semana o Vila Netuno permaneceu como eu, descansando.
Agora que consegui um tempo livre, pensei em escrever para vocês contando o porquê do meu atraso, pois bem. Acordei cedo, sete horas estava de pé. O calor era tão grande que senti algo parecido com choques-epidérmicos, parecia que eu ia explodir a qualquer momento, levei meu corpo até o chuveiro e o banhei, por algum tempo resolveu, foi quando comecei a resolver trabalhos para entregar no final da tarde.
Quando estava com o layout do trabalho adiantado tive um outro problema que atrasou o post aqui. Entendam que fora o calor que permaneceu durante o dia todo encharcando minha camiseta, fazendo suar minha bunda na cadeira, sem nenhum vento e/ou brisa como é de costume no escritório e mais do que digno de uma cidade litorânea, surgiram durante o dia problemas de diálogo com pessoas queridas o que causou, além do problema já diagnosticado com minha epiderme e com meus fluídos aquosos, decorrente das discussões uma doença chamada Frescurite.
Frescurite é uma doença que só é assegurada a machos. Meu amigo Leornardo diria que o Chuck Norris sofre de frescurite, porque Chuck Norris tem na lágrima a cura para o câncer, mas ele enfermo NUNCA chora e eu tenho o poder para postar e frescuritado NUNCA posto. E para a alegria de todos, estou momentaneamente curado. Abraços e uma ótima semana.
Por. Netuno 5:37 PM pra falar: ::
:: Sexta-feira, Fevereiro 03, 2006 ::
-sem tempo para escrever agora, li alguns textos antigos e escolhi esse pra deixar aqui e ficar atento ao final de semana que chega-
No tapete da porta.
Hoje, agora pra dizer a real, tava pensando em um motivo para esse post e lembrei que certa vez dormi no tapete da porta da minha casa, isso mesmo, bêbado, cheguei da festa e procurei igual um lunático apavorado as chaves de casa em todos os bolsos possíveis da minha vestimenta e nada de achar o molho que eu carrego sempre comigo, deixei em algum lugar fui associar a idéia entre bolhas que saiam da minha cabeça, essa que não conseguia manter ereta e parada, pois que olhei pro chão e lá estava o tapete, mais uma olhada pra porta, outra pro tapete e assim pensando duas vezes eu deitei ali, me encolhi todo e só não coloquei o dedo na boca porque já era grandinho, mas dormi nas nuvens por quase duas horas, eis que minha mãe abre a porta e me vê ali, tadinha da velhinha, ficou toda preocupada, mas eu de pronto expliquei que não quis incomodar e perdi temporariamente as chaves e já menos bêbado pude encará-la sossegado.
Por. Netuno 8:36 AM pra falar: ::
:: Quinta-feira, Fevereiro 02, 2006 ::
Quando acordo tranquilo
Acordei de uma noite muito bem dormida, escutava o movimento da rua e sem abrir os olhos brincava de adivinhar o horário, a batida do martelo ainda não estava na potência máxima o que me levava a crer ser umas sete horas. Então as sete e meia eu levantei e de olhos fechados fui no banheiro e mantendo eles fechados apoiei com uma mão na parede e com a outra mirei, que alívio, que tranqüilidade, mijadinha amiga seguida de uma água na cara e escovada nos dentes, uma bela coçada na barriga e entrei no caminho da cozinha. Notei há muitos anos que faço alongamentos enquanto dou os primeiros passos matinais, estou eu lá na frente da geladeira aberta olhando o que vou comer e segurando um braço esticado na frente do peito como se fosse me abraçar e nessa posição alguns segundos depois o inverso e os dois para cima para na sequência tirar da geladeira a margarina e o leite, as vezes vem junto uma fruta.
Quem me tira o primeiro sorriso do dia quando não estou atrasado é minha mãe. Eu já nas minhas primeiras atividades do dia e ela correndo pra me acordar, grita alto e diz em uma mistura de pergunta e afirmação -Você está atrasado. Tem como não rir de uma mulher dessas? Quando ela me vê fica de um jeito que não sabe o que faz e um diálogo começa, -De bicicleta acho que tem muito sol pra você ir, pega o carro, vem almoçar? paga uma conta pra mim, já comeu? tua bermuda preta está na lavanderia- e segue para os seus afazeres matinais.
Então volto para o quarto, arrumo a cama, ligo o pc -se já não estiver ligado-, dou uma olhada de leve no jornal e nos emails pessoais, vou no banheiro pra uma ducha rápida e fazer a barba (nem sempre), coloco a roupa, desodorante, perfume, penteada no cabelo, tênis ou chinelo dependendo do clima e saio em direção a porta da sala com a mochila nas costas e olhando pros lados para ver se não esqueci nada. Um berro de to saindo e pronto entrei na realidade do dia.
Por. Netuno 10:57 AM pra falar: ::
:: Quarta-feira, Fevereiro 01, 2006 ::
Uma homenagem deste blog a um grande clássico

Por. Netuno 7:09 PM pra falar: ::
Um herói para nós
Vamos aos fatos, o futebol brasileiro incomoda, o Brasil incomoda, a falta de educação e a ignorância do povo também incomodam, desrespeito dos políticos, a cara de pau de empresários mercenários, o traficante sem coração e fé -porra- como tudo isso incomoda os homens de bem. Os que fazem só o que lhes é dito, permitido, os que ficam entre direitos e deveres e no campo do direito pouco e muito pouco lhes é oferecido.
Falo porque me incomoda, saber que sou dos que no povo está brincando de cabra cega. Saio para trabalhar, faço uma ou outra atividade de direito, não assumo compromissos para mudar o jeito do mundo tratar homens como eu. Será que teria que abraçar armas e ameaçar a vida de um cidadão para que me dêem direitos? Che dizia que a revolução é armada. Pois então, não tenho jeito para a revolução.
Vou recrutar o Batman, alias acho mesmo que está faltando super-heróis entre nós, um herói brasileiro teria a barriga inchada de água e farinha a qual o poder seria a força de dez marretas, a cabeça achatada, o nariz de batata, a sola do pé estilo lixa, faminto mas com uma força inimaginável. Pensando melhor, estamos cheio desses heróis presos aos deveres de sujeito brasileiro, estão junto comigo brincando de cabra cega e quando a faixa dos olhos cair vai ser tarde demais -espero que não- vou ficando no campo da esperança e de espectador para olhar o que incomoda passar por mim.
Por. Netuno 1:24 PM pra falar: ::
:: Terça-feira, Janeiro 31, 2006 ::
Um dia qualquer
Chegar no boteco, cumprimentar os amigos, encher o copo, acender o cigarro, pedir pro garçom trocar de música, escutar no pé do ouvido algum comentário, receber outros amigos, aumentar a roda, puxar mais mesas e cadeiras, beber e completar novamente o copo, apagar o cigarro, marcar festa pro final de semana, discutir os filmes novos das estantes na locadora, relembrar filmes antigos, associar direção com elenco, cores com temáticas e semânticas, escutar por um longo tempo um bom discurso, indagar analiticamente o narrador incansável, puxar um cigarro, pegar o isqueiro da menina sem pedir e ganhar um sorriso, questionar cotas por etnias nas universidades brasileiras, tentar entender porque a política de Paulo Freira para educação em massa não vingou no Brasil, descobrir sobre estatísticas educacionais, Brasil e Alca, pedir ao garçom uma fritas e camarão soltinho, apagar o cigarro, destinar incompetência a certos políticos, gargalhar da sapiência de vereadores, ir no banheiro tirar água do joelho, dez minutos de conversa com o dono do boteco, reduzir a conta do fiado, voltar na mesa pra conversar em pé, abraçar os amigos que vão e os que ficam, pegar a carona e ir embora, chegar em casa pra tomar um leite comer um pedaço de bolo, falar com amigos online na madrugada, ir dormir e boa noite.
Por. Netuno 2:47 PM pra falar: ::
Pedras no caminho? Encontro muitas, e guardo todas, um dia vou construir o meu castelo...
(Fernando Pessoa)
Por. Netuno 12:14 AM pra falar: ::
:: Segunda-feira, Janeiro 30, 2006 ::
Eu e o universo paralelo.
Final de semana do álcool, das discussões, conversas de boteco e futebol ruim. Depois de uma pedalada na manhã de sábado de quase uma hora e meia resolvi que iria beber à tarde, e o fiz. Fui para o boteco logo após o almoço, cerveja barata e quente, quem se importa, o negócio mesmo é ficar alto e falar besteira. Alguns amigos do universo paralelo foram aparecendo. Chamo de amigo do universo paralelo os que quase nunca encontro, uma vez na vida outra na morte e entre esses dois dias em um boteco de cerveja barata e quente.
Assuntos de todos os tipos são abordados em um sábado a tarde onde ninguém tem muito o que fazer, a não ser ficar bêbado e os discussões ficavam em torno de mulheres, baratas em supermercados, churrascos marcados que nunca irão acontecer, preferência por salgados, mulheres, música, filosofia de vida e outros do tipo. Depois do bar, o caminho é outro bar e esse me levou até pra dentro da madrugada.
Domingo, mais uma pedalada e depois casa, sushi, futebol ruim no radinho e mais discussões dessa vez sobre o que o técnico deveria fazer ou não, de como o jogador deveria ter batido aquela falta e porque cargas d¿água não contratam logo aquele lateral e o atacante. Depois de tudo resolvido e de ter colocado na imaginação o clube para funcionar como deve ser é hora de dormir, não antes de namorar um pouco. Feito tudo isso, o final de semana se foi a segunda-feira novamente nos abraça. Boa semana a todos.
Por. Netuno 11:51 AM pra falar: ::
:: Sexta-feira, Janeiro 27, 2006 ::
Cara de ontem
Tá certo, todos percebem minha cara de ontem. Tu já saiu em uma noitada e quando tu chega no trabalho alguém diz ¿ foi na festa ontem né, tu só acena que sim com a cabeça e ainda ganha o comentário ¿ dá pra ver. Se for meu amigo tenho certeza que sim!! Mas nem precisaria dizer isso, o espelho já dizia, não conseguia nem levantar os olhos, nem fiz um curso teatral pra mascarar essa idéia das cabeças que trabalham comigo, porque eu bem podia chegar na editora vestido de zorro e dizer que estava preparando o pré carnaval pra usufruir daquela máscara, só faltou mesmo foi lembrar, a fantasia de zorro eu tenho.
A festa de ontem, estava assim, festinha legal e cheia de amigos, mas outravez e isso está mesmo virando uma rotina, fomos expulsos, inclusive a dona da festa, intimada a convidar seus convidados a se retirar. Desde o ano passado isso vem acontecendo e no ano novo, em festas do reveillon, que deveriam ser de integração e paz eu consegui ser ¿expulso¿ de duas festas. Já comecei a pensar que o ano todo seria assim, convites para ir e convites para partir.
Quando se é expulso de uma festa, o que as pessoas normais fariam? Iriam para suas casas para martirizar o momento ou iriam em busca de nova festa? Eu fui com os loucos atrás de uma nova festa e achamos no meio da madrugada um boteco onde um senhor ainda se dispunha a nos atender. Mas depois de algumas cervejas e de trás do balcão o próprio nos expulsou. Que carma! Que vida! Nem o botequeiro mais respeita os loucos, possuidores de uma viola e de um coro de goelas desafinadas que ninguém nunca viu. Vou trabalhar porque posso até ter cara de ontem mas os deveres são de hoje.
Por. Netuno 9:52 AM pra falar: ::
:: Quinta-feira, Janeiro 26, 2006 ::
Nada de sério
Algumas pessoas levam isso de escrever a sério, acontece que eu não, eu acho que o sério é muito chato. Sou mais da diversão, boa cerveja -que dependendo do volume pode ser sério-, construção de idéias em grupo, falatórios em geral, fofocas eu to fora, sem preconceito a alguns amigos mas fofocar, eu não sei fofocar, alguns muitos irão discordar.
Eu guardo segredos, vejo quem mente pra quem, sei que estão mentindo pra mim e percebo cada uma das pessoas, todas, sendo enganadas umas pelas outras, alguém pode dizer que isso é natural, não importa, eu gosto de pensar que sou "O Popular" do L.F.V, aquele que em meio a guerra, a duelos homéricos está com um embrulho embaixo do braço observando os maquinários, os tanques, as vestimentas, as armas, como se a guerra não estivesse ali, tratando aquele ambiente como um centro de atrações e só. Tempo pra uma pausa aqui, preciso falar pra vocês, foi assustador o que fiz agora, explicar Luis Fernando Veríssimo, passou! Vamos continuar.
As fofocas elas passam por mim, as escuto e as esqueço, falta na lembrança o que fulano fez pra beltrano ou o que o ciclano deixou de fazer. As fofocas podem ser de várias formas, elas podem estar no trimbre do narrador carregadas de intolerância, pena, desencorajamento, perseguição, incredulidade, inveja, satisfação, ecstasy, ansiedade, orgulho e ainda tantas outras que não me surgem agora na memória. Estão achando que fumei muita maconha? Quem disse isso está mentindo, sim claro, existe a fofoca maliciosa e mentirosa também, o que poderíamos outra hora chamar de calúnia ou difamação.
Apesar de eu não fofocar eu as escuto e tiro muitas estórias ficcionadas de algumas delas, as fofocas em sua maioria são saudáveis, fazem amigos se sentirem mais amigos, gera um certo tipo de confiança que só a fofoca faria por alguém. Para isso existem os tipos de fofoca e elas podem ser quentes, fracas ou ¿eu já sabia¿. O bom fofoqueiro sabe a hora de calar para escutar, a hora de jogar o verde para colher o maduro e o melhor de todos sabe exatamente a quem perguntar se é verdade. Nenhuma fofoca fica para duas pessoas, em segredo, existe sempre a terceira orelha que confirma a história. Como desejarem, o importante é brincar, mesmo que a brincadeira seja fofocar.
Por. Netuno 1:28 PM pra falar: ::
EPNL
Pra quem já me conhece sabe que fico fazendo rodeios sobre o papel antes de começar a escrever, digo, escolher um tema, colocando palavras nas linhas eu já estou mas ainda não estou abordando nenhum assunto, apenas escrevendo. Escrever é bom, deixa os pensamentos em ordem, faz da criatividade original e as idéias aparecem mesmo de forma natural como se estivessem todas em algum lugar dentro da minha cabeça, apenas vão surgindo, as idéias minúsculas que estão sendo atingidas por relâmpagos que beslicam os neurônios para comandarem meus punhos, dedos e olhos sobre o papel.
Já escrevi algumas linhas e nada de um tema, isso me fez lembrar de uma crônica que li certa vez, não posso afirmar agora o autor mas tenho quase toda certeza do mundo que era João Ubaldo Ribeiro e ele próprio escrevia sobre a falta de assunto, o que me leva a concluir que se ele pode, dele que todos esperam muito, eu posso muito mais, não tenho limites e prazo de entrega. Que maravilha, escrever sem que alguém espere algo de ti, das tuas palavras, idéias, não esperam conselhos e não querem saber das tuas motivações pra depois discutir em roda de amigos. ESCREVER PRA NINGUÉM LER, deve ser uma benção, absolutamente.
Está certo! Poucos segundos após escrever as últimas linhas desse texto lembrei e disse pra mim, para tudo! Eu vou mesmo deixar todos lerem, vou até enviar por email. Esse ego danado o que nos faz? Se comecei o texto invocando os leitores, no que eu estava pensando? Só preciso lhes dizer que foi um momento de tesão aquele ali quando na minha imaginação subi em uma das montanhas mais altas do planeta, olhando a paisagem aterrorizante na sua infinidade e com os braços abertos gritei EPNLeeeee.
Então meus amigos, o dever me chama e vou ter que parar de escrever já que o assunto não veio mesmo e cansei de enrolar vocês, sou ninja na arte de enrolar ¿não leia-se baseado, perdi a prática- tenham um bom dia. E maluco, doido é vc!
Por. Netuno 10:54 AM pra falar: ::
ui, não tenho mais nada pra dizer a não ser, ops!

Por. Netuno 10:08 AM pra falar: ::
O Café
Esse blog só foi possível depois de um copo de café preto, café feito pela mamãe a tarde e requentado por mim. O interessante é que não bebo café, não sou daqueles caras que bebem cafés no meio da tarde no escritório, se eu pudesse beberia uma cerveja, apenas sei que o café quando bem usado me faz fazer coisas, talvez o "poder" que o café tem sobre mim não seja o mesmo que tem sobre você, porque se eu nunca bebo meu organismo não está acostumado e isso quer dizer, a reação é pura, sei que o café era puro e estava gostoso. Vou pegar outro...
Por. Netuno 12:51 AM pra falar: ::
Um texto que gosto para inaugurar!!
Dois amantes felizes não têm fim nem morte,
nascem e morrem tanta vez enquanto vivem,
são eternos como é a natureza.
(Pablo Neruda)
Por. Netuno 12:13 AM pra falar: ::
O primeito post de muitos. Alguns amigos sabem que algum tempo atrás fundei a Vila Netuno e hoje eu faço ela ressurgir das cinzas.
O que vcs acham?
Eu consigo manter uma sequencia de posts dessa vez? :D
Eu vou tentar, vamos lá!!!
Por. Netuno 12:08 AM pra falar: ::
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